quinta-feira, 30 de junho de 2011

Maior rede de micro zumbis do mundo é "indestrutível", afirmam pesquisadores

Descoberta pela Kaspersky, "super malware" já infectou 4,5 milhões de PCs em 2011 e é "apontado como ameaça mais sofisticada da atualidade".


IDG
Por Computerworld/EUA


Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Uma nova e melhorada botnet (rede de micros zumbis) gigante que infectou mais de 4,5 milhões de computadores é “praticamente indestrutível”, de acordo com pesquisadores de segurança.

O “TDL-4”, nome do bot Trojan que infecta as máquinas e do conjunto resultante de computadores comprometidos, é “a ameaça mais sofisticada da atualidade”, diz o pesquisador da empresa de segurança Kaspersky Labs, Sergey Golovanov, em uma análise detalhada publicada no início da semana.

E ele não é o único a pensar dessa forma.

“Eu não diria que ela é perfeitamente indestrutível, mas é praticamente indestrutível”, afirma o especialista e diretor de pesquisas da Dell SecureWorks, Joe Stewart. “Ela faz um ótimo trabalho em manter-se de pé.”

Golovanov e Stewart basearam seus julgamentos em uma variedade de características do TDL-4, as quais o tornam um caractere extremamente difícil de ser detectado, apagado, suprimido ou erradicado.

Por uma coisa, disse Golovanov, o TDL-4 infecta o MBR (Master Boot Record) do computador com um rootkit – malware que se esconde ao subverter o sistema operacional. O MBR é o primeiro setor – setor 0 – do disco rígido, onde o código é armazenado para o sistema após a BIOS da máquina realizar suas verificações iniciais.

Como o TDL-4 instala seu rootkit no MBR, ele é invisível para o sistema operacional e, mais importante, para programas de segurança desenvolvidos para encontrar códigos maliciosos.

Mas essa não é a arma secreta do TDL-4.

O que torna a botnet indestrutível é a combinação de criptografia avançada e o uso de uma rede pública peer-to-peer (P2P) para as instruções emitidas para o malware pelos servidores command-and-control (C&C).

“A maneira como o peer-to-peer é usado para o TDL-4 vai fazer com que seja extremamente difícil derrotar essa botnet”, afirma o pesquisador sênior de malware da Kaspersky, Roel Schowenberg. “Os caras do TDL estão fazendo o seu máximo para não serem a próxima gangue a perdeu sua botnet.”

Schowenberg também citou vários casos de captura de botnets grandes – que variam de esforço coordenado que acabou com a Conficker em 2010 até o take-down da Coreflood liderado pelo FBI neste ano – como a motivação para hackers desenvolverem novas maneiras de manter em campo seus exércitos de computadores sequestrados.

“Toda vez que uma botnet é derrubada aumenta o nível de exigência para a próxima vez”, diz Schowenberg. “Os cibercriminosos realmente profissionais estão assistindo e trabalhando em suas botnets para torná-las mais resistentes contra essas tentativas de derrubá-las.”

Os responsáveis pelo TDL-4 criaram seu próprio algoritmo de criptografia, explica Golovanov, e a botnet usa os nomes de domínio dos servidores C&C como as chaves da criptografia.

A botnet também usa a rede pública PSP Kad para um de seus dois canais para se comunicação entre os PCs infectados e os servidores C&C, afirma a Kaspersky. Anteriormente, as botnets que se comunicavam via PSP usavam uma rede fechada que haviam criado. Ao usar uma rede pública, os criminosos asseguram que sua botnet vai sobreviver a qualquer esforço para derrubá-la.

Stewart apontou que os contra-ataques do TDL-4 contra outros malware como outra razão para seu sucesso. “Isso é tão esperto”, diz, completando que desabilitar malwares concorrentes – que provavelmente são muito mais fáceis de detectar – significa que ele tem uma chance maior de continuar no computador.

Os criadores do TDL-4 usam a botnet para plantar malware adicional nas máquinas, alugá-lo para outros para esse propósito e distribuição de ataques denial-of-service (DDoS), e para conduzir campanahs de phishing e spam. Segundo a Kaspersky, o TDL-4 instalou cerca de 30 tipos diferentes de programas maliciosos nos PCs que controla.

Mas ele consegue remover todos a qualquer momento. “O TDL-4 não deleta a si próprio após a instalação de outro malware”, diz Golovanov. “A qualquer momento ele pode apagar malware que tiver baixado.”

Esse é um consumidor perigoso, conclui Stewart.

“Para todos os propósitos, o TDL-4 é muito difícil de ser removido”, diz. “É definitivamente uma das botnets mais sofisticadas existentes.”

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Análise: Os prós e os contras do Google+

Veja aqui os prós e contras da mais nova iniciativa de mídia social do gigante das buscas online.

Por Ian Paul - PC World/EUA
A Google lançou recentemente o Google+, a mais nova tentativa de alcançar o barco das redes sociais após ter ficado para trás com desastroso Google Buzz. Após testar a nova mídia social, acho que a empresa pode ter finalmente descoberto como ficar popular nesse mercado.

O Google+ tem foco em permitir que você compartilhe fotos, link e vídeos com seus amigos, família e conhecidos. O novo serviço também foi projetado para que você compartilhe conteúdos com pessoas específicas, ao contrário do padrão “divida com todos” usados pelo Facebook e pelo Twitter. Oferece recursos de videoconferência e envio de mensagens instantâneas que podem ser compartilhadas com grupos de até dez pessoas por vez.

O serviço está disponível para um número limitado de usuários por enquanto, mas quando abrir ao público em geral, poderá ser uma alternativa ao Facebook. Abaixo estão listados alguns recursos e problemas que encontrei ao usar o Google+.

Recurso: Círculos
Compartilhar conteúdos com os amigos no Google+ começa com o Circles, que são basicamente grupos de contatos organizados por você. A ideia é que você pode querer enviar atualizações apenas para algumas pessoas. Na visão da Google, a forma de compartilhamento usada pelo Facebook, Twitter e até mesmo peloo Buzz é descuidada (sempre enviar informações para todos), assustadora (você realmente quer que todos os seus colegas de trabalho vejam o que você faz na internet) e insensível (nuances muito suaves na maneira de definir amigos e família).

É aí que o Circles entra em ação. Você relaciona contatos ao recurso clicando e arrastando seus perfis para o grupo para o qual eles devem fazer parte. O Circles é uma maneira rápida e fácil de organizar seus amigos, e é o que a lista de amigos do Facebook deveria ter.

Recurso: Barra de tarefas
O Google+ é integrado à barra de navegação de quase todos os produtos da empresa, exceto o Bloguer e o Youtube. Dessa forma, você pode sempre manter as guias atualizadas com as mais recentes notificações do serviço. E melhor, você não precisa voltar à página do Google+ para ver as novidades. Apenas clique no ícone de notificações e conversa atualizada aparece em forma de janela em cascata na mesma guia. Então você pode adicionar seu próprio comentário, mudar uma postagem, ir para outras conversas no Google+ ou voltar para a página do serviço. A barra de navegação também inclui um botão "compartilhar" para que você possa dividir conteúdos sem precisar acessar a página inicial do +.

Recurso: fácil liberação de dados
A empresa gosta de falar sobre como você pode retirar seus dados da Google quando você quiser. A companhia chegou até a criar o Data Liberation Front, que supostamente garante que a Google cumpre suas promessas. Mas para mim, retirar informações pessoais de aplicativos como Docs ou Gmail é chato e demorado. Não é o mesmo com o Google+. Ao clicar na engrenagem no canto direito superior e selecionando “configurações” , a rede social leva você a uma página de remoção de contas Google. Lá, você pode selecionar a opção "Liberação de Dados". E com apenas alguns cliques você pode fazer o download dos seus dado de Álbuns do Picasa, Perfil, Google+, Buzz e Lista de contatos. O processo lembra o novo recurso de download de informações do Facebook.

Problema: Barra de tarefas
Ter o Google+ nas guias abertas em sites da empresa pode ser ótimo para horas de lazer, mas ter um ícone de notificação com atualização contínua é irritante quando você precisa trabalhar. A barra de tarefas do browser vai para todos os lados do seu universo Google, incluindo o Docs. Seria melhor se houve a opção de mudar o serviço quando você usa o editor de textos da companhia.

Problema: Notificações via e-mail
Notificações de e-mail me deixam louco, já recebo muitas.O padrão do novo serviço é reproduzir um alerta sonoro a cada nova atualização. Desligá-lo é fácil, tudo que precisei fazer foi entrar em configurações e a primeira coisa que vi era uma lista com todas as minhas notificações de e-mail. Então, apenas desabilitei o alerta.

Outra coisa estranha quanto ao e-mail é que a Google permite que você adicione contatos que ainda não usam o Google+. Vamos imaginar que eu adicione membros da minha família que não usam o serviço. Toda vez que eu compartilhar conteúdos com o grupo Circle em que eles estão listados, serão enviados e-mails de notificação para eles. Isso soa um pouco como spam para mim. Embora a Google afirme com clareza que você estará compartilhando conteúdos com pessoas que poderão participar apenas via e-mail.

Enquando o Google+ foca em compartilhamento e conversas com usuários agora, o serviço tem muito potencial para novos recursos. Adicionar algo como o Wave, que permita que vários usuários colaborem com um documento ou projeto, seria uma escolha. Algum tipo playlist de compartilhamento também seria útil se a empresa conseguir contratos de licença com grandes gravadoras. Mas isso é apenas especulação: por enquanto a nova rede social serve para compartilhar conteúdos e quando ela se tornar pública valerá a pena dar uma checada.

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Desenvolvedora oferece 35 vagas para profissionais de TI

Há vagas para graduados e graduandos em Tecnologia, Contabilidade, Sistemas da Informação, Ciências da Computação, Ciências Exatas, Economia, Administração, Publicidade, Marketing e áreas afins.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

A desenvolvedora de softwares empresariais Senior está oferecendo 35 vagas para profissionais do ramo de Tecnologia da Informação, entre colaboradores e parceiros comerciais (consultores). O campo de trabalo é na sede da companhia, em São Paulo (SP) e na filial de Blumenau (SC).

Podem se candidatar às vagas profissionais graduados e graduandos em Tecnologia, Contabilidade, Sistemas da Informação, Ciências da Computação, Ciências Exatas, Economia, Administração, Publicidade, Marketing e áreas afins, que tenham interesse em atuar em projetos de desenvolvimento de sistemas nas áreas de PMO, Sistemas, Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas, Acesso e Segurança, Serviços, Mercado e Tecnologia.

O pacote de benefícios inclui auxílio-alimentação, auxílio-creche, auxílio-transporte, plano de saúde e auxílio para capacitação e educação, seguro de vida e previdência privada, além do programa de participação nos lucros e resultados. Os profissionais interessados devemcadastrar seu currículo no site, onde também é possível encontrar mais informações sobre o perfil de cada vaga.

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Exportação de mel registra US$ 8,1 milhões em maio

Diretor-geral da Central das Cooperativas Apícolas do Semi-Árido, Antônio Leopoldo, acredita que este ano Brasil produzirá safra recorde do produto.

Por Regina Xeyla , Agência Sebrae

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Em maio, as exportações do mel nacional atingiram US$ 8,1 milhões e volume de 2.588.243 kg, com aumento de 98,26% em valor e de 80,67% em peso na comparação com o mesmo período de 2010, segundo levantamento mensal do Sebrae. O preço médio pago pelo mel exportado em maio foi de US$ 3,16, com queda de 0,63% na comparação com o mês anterior. Ainda em referência a abril, houve aumento de 0,17% no valor e de 0,83% no volume exportado.

Conheça a atuação do Sebrae na apicultura
O diretor-geral da Central das Cooperativas Apícolas do Semi-Árido (Casa Apis), Antônio Leopoldo, assinala que houve grande aumento nas exportações do mel brasileiro nos últimos meses e que, possivelmente, em 2011, o Brasil terá uma safra recorde de 6 mil toneladas do alimento. "Esse cenário positivo para a apicultura brasileira é a somatória do clima favorável, com boa distribuição das chuvas, e da demanda forte do mercado mundial", explica. Ele salienta que hoje há forte queda de produção de mel no mundo, devido ao desmatamento. Este fator, somado ao crescimento da demanda no Brasil e no exterior, na visão de Leopoldo, contribui para os números alcançados.

"Na maior parte do mundo não há área nativa para produção, o que para o Brasil significa um ponto positivo. Ainda temos muitas áreas disponíveis para crescer na produção de mel", acredita. Ele lembra que a China é o maior produtor mundial do produto, mas que se trata de "artigo de baixa qualidade".

A Casa Apis fica no município de Picos, no Piauí. O estado, juntamente com mais oito, forma a região do Semi-Árido, que responde por 40% da produção do mel brasileiro. Fazem parte da central de cooperativas cerca de 910 famílias. Em 2010, o grupo exportou 14 contêineres, com 18,5 mil quilos cada. Em 2011, só neste primeiro semestre, já foram enviados para os Estados Unidos 17 contêineres e já há matéria-prima para mais 13 tanques. "Esperamos que até o fim deste ano sejam produzidos 40 contêineres e devemos chegar ao mercado italiano", comemora Leopoldo.

Compradores
Os Estados Unidos foram o principal destino do mel brasileiro, com um total de US$ 5,7 milhões, respondendo por 70,3% da receita das exportações e pagando o preço de US$ 3,12/kg. A Alemanha ficou como segundo mercado, com receita de US$ 1,5 milhão, o equivalente a 18,4%, e pagando o melhor preço (US$ 3,22/kg). O Reino Unido absorveu US$ 387,7 mil dessas vendas, oferecendo US$ 3,20/kg. Outros países importadores de mel do Brasil foram França, Bélgica, Canadá, Espanha, França, Japão, China, Argentina, Hong Kong, Peru e Paraguai.

Estados exportadores
Na produção interna, São Paulo respondeu por 31,4% das exportações brasileiras de mel, com US$ 2,5 milhões. O Rio Grande do Sul veio em segundo lugar com uma exportação de pouco mais de US$ 2,2 milhões, seguido pelo Piauí (US$ 1,3 milhão), Rio Grande do Norte (US$ 632.754), Ceará (US$ 612.704), Paraná (US$ 234.116), Minas Gerais (US$ 166 mil) e Santa Catarina (US$ 101 mil).

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Casino compra mais de US$ 1 bi em ações do Pão de Açúcar

Um dia após o empresário anunciar o esforço, o grupo francês Casino ampliou a participação acionária no Pão de Açúcar, o que o deixa em posição confortável mesmo que a fusão aconteça.

Adnews

Ainda repercute negativamente para Abílio Diniz a intenção de levar adiante o plano de fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour no Brasil. Um dia após o empresário anunciar o esforço, o grupo francês Casino ampliou a participação acionária no Pão de Açúcar, o que o deixa em posição confortável mesmo que a fusão aconteça.

Nos útimos dias, o Casino comprou mais de US$ 1 bilhão em ações da rede varejista para combater o que chamou de "golpe de Estado corporativo". Ampliou de 37% para 43,1% a participação no capital, porcentagem maior do que o dobro da fatia do empresário brasileiro.

Com isso, o grupo francês poderá ter influência decisiva na nova empresa que pode surgir no Brasil.

As informações são de Toni Sciarretta e Mario Cesar Carvalho, da Folha de S.Paulo.



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Estágio: Abertas 91 vagas em Administração pela Link ABRH-RS

No total, mais de 700 vagas estão disponíveis para estudantes.

Por Redação, www.administradores.com.br

A Link ABRH-RS Estágios está com 91 vagas abertas para estudantes de Administração no rio Grande do Sul. Ao todo, a agência soma mais de 700 oportunidades para alunos de diferentes níveis de ensino. São 23 ofertas em aberto no nível médio e para o ensino superior as chances abrangem, além do curso de Administração, Ciências Contábeis (40), Engenharias (28), Pedagogia (27), Direito (21), Publicidade (18), Educação Física (16), Arquitetura (11), Relações Públicas (11) e Economia (9).

Para mais informações, os interessados devem entrar em contato com a Link ABRH-RS Estágios, pelo telefone (51) 3254-8200 ou pelo site www.abrhrs.org.br.

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Biz Stone deixa Twitter para se dedicar a outros projetos

Executivo continuará prestando assessoria à rede social em assuntos estratégicos.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

O CEO e co-fundador do Twitter Biz Stone anunciou na tarde da última terça-feira (28) que irá deixar o cargo para dedicar mais tempo ao projeto Obvious, junto ao também ex-executivo e co-fundador Evan Williams. Eles devem continuar assessorando o Twitter em assuntos estratégicos, porém longe dos cargos.

Fundada em 2000, a Obvious Corporation é uma empresa-incubadora de onde saíram vários projetos da área de tecnologia, entre eles o Twitter. A rede social será encabeçada apenas por Dick Castolo, que já ocupava a presidẽncia-executiva do microblog desde outubro do ano passado.

Stone e Williams não especificaram quais os projetos que têm em mente com a Obvious Corporation, mas se disseram entusiasmados para criar novas soluções e tendências para os usuários de internet. "A Obvious Corporation desenvolve sistemas que ajudam as pessoas a trabalhar juntas para melhorar o mundo", afirmou Stone.

No seu blog pessoal, o executivo afirmou que "a equipe do Twitter e seus líderes se tornaram incrivelmente produtivos. Decidi que o uso mais produtivo do meu tempo seria sair de seu caminho até que precisem de minha colaboração para algo específico".

Com informações da Agência Reuters.

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Redes sociais: a empresa nas mãos do cliente

É fundamental que cada corporação encontre a sua própria forma de se relacionar com as redes sociais ou só tornará mais exposta às suas fragilidades.

Por Cristiana Prado Gomes , www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
A utilização das redes sociais como ferramenta de marketing de relacionamento está servindo para, cada vez mais, aproximar as empresas dos clientes, reforçando o caráter do atendimento mais personalizado. Mas tão importante quanto abrir canais é saber modular essa comunicação e ter uma intencionalidade nas relações, para saber exatamente o que buscar nesse oceano de estímulos e informações.

Apesar de ainda haver um gap muito grande entre a cultura de comunicação interna de muitas organizações – mais fechada, controlada e lenta – e a cultura das redes sociais – um território cujo princípio de existência é a livre e instantânea circulação de informações –, as empresas já têm utilizado as redes sociais como um grande ouvido para o mundo exterior.

Além de flagrar as pessoas expressando suas opiniões com liberdade – ampliando muito o poder das pesquisas –, as empresas também podem ser proativas na comunicação, alimentando perfis no Facebook, no Twitter e no Youtube, por exemplo. Neles, as companhias conseguem emitir mensagens mais propositivas, que alavancam discussões e tentam criar um ambiente legítimo de relacionamento com a clientela.

O recurso está aí, mas nos coloca frente a algumas questões, como a da credibilidade e do vínculo com o cliente. Se o consumidor não nos perceber como uma fonte confiável, se não enxergar benefícios concretos no relacionamento com a marca, se sentir que a empresa não é de fato aquilo que pretende transparecer, é bem possível que os resultados não sejam bons.

Nós, comunicadores, precisamos ter sempre em mente quatro características fundamentais das novas tecnologias: portabilidade, interatividade, conectividade e multifuncionalidade. O mundo está na palma de sua mão e todos podem participar dele, então é natural que as pessoas demandem respostas coerentes das empresas, com essas propriedades do meio em que convivem socialmente. O cliente vai exigir, cada vez mais, acesso online permanente, canais de diálogo efetivos e respostas imediatas às suas demandas como consumidor. E, mais uma coisa importante: um alinhamento com os valores nos quais acredita.

Nesse ambiente de transformações incrivelmente velozes, o Customer Relationship Management, ou CRM, vem ganhando peso. Quanto mais ferramentas tivermos para conhecer o consumidor e atender a suas demandas explícitas e implícitas, evidentemente as chances de sobrevivência aumentam. Agora temos de ir além e buscar uma antecipação das necessidades das pessoas, compreendendo com mais precisão a dinâmica interna das transformações, pois o risco da obsolescência é cada vez maior. As redes sociais e a tecnologia me parecem ferramentas cruciais dessa mentalidade que, no entanto, não pode ser reduzida aos ambientes sociais.

Assim como a sofisticação da interação empresa-cliente caminha para um foco cada vez mais personalizado, também não há soluções padrão, pois as empresas são muito diferentes entre si. Há questões próprias nas esferas da governança, da tecnologia e do marketing e cada uma sabe onde lhe dói o calo, como se diz popularmente.

Então, é fundamental que cada corporação encontre a sua própria forma de se relacionar com as redes sociais ou só tornará mais exposta às suas fragilidades. É um meio em que o sucesso e o fracasso são virais, e por isso há riscos. Para enfrentar a superexposição tentadora das redes, é preciso estar disposto a viver sob as regras desse meio; não dá para ser "social" pela metade. É uma mudança de mentalidade, não apenas de ferramentas, que exigem uma visita contínua às raízes e à identidade de cada organização – que não poderá mudar tanto a ponto de não reconhecer mais a si mesma.

Cristiana Prado Gomes é Gerente de Marketing do Agora Sistema de Ensino e do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva

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MP da Copa: ajustes deixam claro compromisso com transparência e competitividade, diz ministro

Câmara dos Deputados concluiu a votação da Medida Provisória 527 que, entre outras coisas, cria o Regime Diferenciado de Contrações Públicas (RDC).

Por Paula Laboissère, Agência Brasil

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
As alterações no texto-base da medida provisória que altera as regras sobre licitações de obras para a Copa do Mundo de 2014 deixam claro o compromisso do governo com a transparência e com o estímulo à competitividade, afirmou hoje (29) o ministro do Esporte, Orlando Silva.

Na noite de ontem (28), a Câmara dos Deputados concluiu a votação da Medida Provisória 527 que, entre outras coisas, cria o Regime Diferenciado de Contrações Públicas (RDC). A MP segue agora para apreciação do Senado Federal.

"Acredito que o placar da votação fala por si só. 80% dos deputados apoiaram todas as propostas que foram apresentadas pelo governo no plenário da Câmara", disse Silva, após participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Presidência da República.

O principal ponto alterado no texto, que já havia sido aprovado, retira o parágrafo único de um artigo que dava amplos poderes à Federação Internacional de Futebol (Fifa) e ao Comitê Olímpico Internacional (COI) na realização de obras. Questionado sobre a possibilidade de retaliação por parte das entidades, o ministro afirmou apenas que elas terão que se adequar ao que foi definido.

"No Brasil, há o império da lei. Todo e qualquer evento que aconteça no país, seja nacional ou internacional, vai se realizar cumprindo a lei do país", ressaltou.

Sobre expectativas de uma rápida aprovação da MP pelo Senado, Silva admitiu que alguns parlamentares expressaram preocupação com relação ao texto, mas, segundo ele, parte dessas preocupações já foi esclarecida. O ministro deve comparecer ainda hoje à Comissão de Infraestrutura, além de se reunir com diversas bancadas da Casa nas próximas semanas.

"Espero que [a aprovação pelo Senado] seja em breve, já que a medida expira no próximo dia 14 de julho", afirmou.

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Acesso à internet no Brasil cresce 15% em 2010, afirma CGI

Crescimento foi maior entre as pessoas com menor escolaridade; o Nordeste é a região com maior penetração por usuário.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Levantamento divulgado ontem (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) junto ao Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) e ao o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) indicou que os acessos à internet no Brasil cresceram 15% em 2010.

A pesquisa TIC Domicílios é realizada há seis anos. Levando em conta as demais edições, de 2005 a 2010, a média de crescimento no número de acessos foi de 19% ao ano. Para compor a amostragem, foram consultadas 24 mil famílias em todas as regiões do Brasil.

O levantamento também revelou que o aumento foi mais evidente entre os indivíduos com baixa escolaridade (considerados analfabetos ou com baixo nível de alfabetização), que representam 13% dos usuários. 43% concluíram o ensino fundamental e a maioria, 44%, já passaram pelo ensino médio ou superior.

No comparativo por regiões, a maior relação penetração/usuários da internet foi registrada no Nordeste, com 75%. Em seguida vêm as regiões Sul e Centro-Oeste, ambas com 70%, Norte, com 68%, e Sudeste com 67%.

Já por faixas etárias, a utilização dos serviços é maior entre os jovens entre 16 e 24 anos, com participação de 82%. 70% dos adultos entre 25 e 34 anos acessam os serviços contra apenas 45% das pessoas com mais de 65 anos.

As maiores dificuldades relatadas pelos usuários foram a demora do navegador ao abrir uma página (37%), a dificuldade de encontrar informações relevantes (22%), dificuldade de ler textos extensos (14%) e a exibição das incômodas pop-ups nos sites (11%).

Com informações da Info.

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Conflito de gerações está presente em 75% das empresas, diz Amcham

Pesquisa sugere que apesar do alto índice, 70% das companhias ainda não realizam ações para facilitar a convivência.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Como se não bastassem os obstáculos financeiros, tributários, administrativos e jurídicos, as empresas agora precisam lidar com uma questão relacionada ao mercado de trabalho: líderes das gerações baby boomer, X e Y não se entendem dentro das organizações. De acordo com uma pesquisa da Câmera Americana de Comércio (Amcham), 75% já percebem esse tipo de dificuldade em seus ambientes corporativos.

O levantamento, que ouviu 80 executivos e gestores de RH de companhias dos mais diversos portes no último dia 27 de maio, também indica que, apesar de ser alto o número de empresas que afirmam vivenciar tal situação, 70% delas ainda não conduzem ações para facilitar a interação entres os gestores nascidos em épocas distintas, enquanto 39% planeja dar início a iniciativas nesse sentido em breve.

Hoje, entre as companhias que já aplicam ações para apoiar a convivência entre as gerações (28%), predominam programas de estímulo ao trabalho integrado e encontros de integração.

Entre as empresas dos participantes da enquete, na avaliação de 42% dos consultados, a interação que envolve os jovens da Geração Y é a mais desafiadora. A geração X (nascida nas décadas de 60 e 70) é a que concentra a maior parte das lideranças (54%), seguida por baby boomers (nascidos no pós-guerra), com 25%, e Y (nascidos nos anos 80), com 10%.

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Sebrae e BID estreitam parceria na América Latina

Presidentes das duas instituições reuniram-se em São Paulo para discutir formas de potencializar a troca de boas práticas para o fomento dos pequenos negócios.

Por Naiobe Quelem , Agência Sebrae

A importância da parceria de longo prazo entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Sebrae para o fomento do empreendedorismo e das micro e pequenas empresas na América Latina foi um dos assuntos da primeira reunião entre o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, e o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

Há anos as duas instituições mantêm parcerias em áreas como arranjos produtivos locais, madeira e móveis, metal mecânico e indústria criativa, além do compartilhamento de boas práticas de apoio às pequenas e micro empresas entre países da América Latina. Atualmente, o Brasil já troca conhecimentos que podem fortalecer e aumentar a competitividade de pequenos negócios com países como a Argentina e o Chile, por exemplo.

Na oportunidade, os dois presidentes reiteraram os votos de aliança entre as duas entidades, bem como a intenção de potencializar a troca de boas práticas para o fomento dos pequenos negócios. Luiz Barretto também apresentou ao BID a estrutura e a forma de atuação do Sebrae e principais prioridades nos eixos de ação.

"O BID é um parceiro estratégico do Sebrae. Essa aproximação vai auxiliar e impulsionar o desenvolvimento das micro e pequenas empresas não só no Brasil mas em toda a América Latina", avalia Barretto.

O encontro, que ocorreu por ocasião do 1º Fórum BID para o Desenvolvimento da Pirâmide na América Latina, em São Paulo, ainda contou a presença do representante do BID no Brasil, Fernando Carrillo-Florez, do subgerente do Fundo Multilateral de Investimento (Fomin), Fernando Gimezes Ontiveros, do especialista setorial do Fomin no Brasil, Ismael Gilio, e da gerente de Assuntos Internacionais do Sebrae, Renata Henriques.

"Esse encontro é de fundamental importância, uma vez que reitera a parceria de longo prazo entre BID e Sebrae e reforça essa aliança de cooperação em prol das pequenas empresas", avalia Henriques.

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Código Florestal: mudanças prejudiciais ou benéficas?

Em sua proposição originária ocorrida em 1934, o Código Florestal normatizou a proteção e o uso das florestas com o propósito maior de proteger os solos, as águas e a estabilidade dos mercados de madeira.

Por Victor Penitente Trevizan , www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

O Código Florestal, instituído pela Lei nº 4.771/65, em seu artigo 1º, demonstra uma política intervencionista do Estado sobre a propriedade imóvel agrária, na medida em que "...as florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação (...) são bens de interesse comum a todos os habitantes do País...".

De fato, em sua proposição originária ocorrida em 1934, o Código Florestal normatizou a proteção e o uso das florestas com o propósito maior de proteger os solos, as águas e a estabilidade dos mercados de madeira. Devendo-se levar em consideração que, apenas com a edição da Lei Federal n° 6.938/81 (Política Nacional do Meio Ambiente), passaram as florestas nativas a constituir um bem jurídico ambiental com valor intrínseco próprio e independente. Ou seja, as florestas passaram a ser valoradas pela própria existência, e não mais apenas por questão de utilidade prática.

E, sem dúvidas, a percepção exteriorizada por meio da Política Nacional do Meio Ambiente, em 1981, foi reafirmada pela Constituição Federal de 1988 ao trazer artigos inovadores, como o 170 (subordina a atividade econômica ao uso racional dos recursos ambientais), 186 (informa sobre a Função Social da propriedade rural) e 225 (dispõe sobre o meio ambiente e sobre os direitos atuais e das futuras gerações).

Atualmente, a sociedade brasileira testemunha intenso debate em face das propostas de alteração do conteúdo normativo do Código Florestal e que, assim, transformam condições do exercício dos poderes de domínio sobre a propriedade imóvel agrária.

Basicamente, o debate ocorre em torno das seguintes duas figuras jurídicas: a) a reserva legal; e b) as Florestas e outras formas de vegetação natural de Preservação Permanente e suas respectivas Áreas de Preservação Permanente.

Reserva legal é a área localizada no interior da propriedade ou posse rural que deve ser mantida com a sua cobertura vegetal original, possuindo a função de assegurar o uso econômico sustentável dos recursos naturais, proporcionar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos, promover a fauna silvestre e a flora nativa.

As Áreas de Preservação Permanente estão localizadas nas margens de rios, cursos d´água, lagos, lagoas e reservatórios, topos de morros e encostas com declividade elevada, cobertas ou não por vegetação nativa. Elas têma função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, e de proteger o solo e assegurar o bem estar da população humana.

Como atores do mencionado debate, situam-se, de um lado, aqueles que defendem uma perspectiva conservadora de plena utilização da propriedade imóvel rural (por vezes até mesmo o seu uso irrestrito), como a Confederação Nacional da Agricultura - CNA, e parlamentares que integram a bancada ruralista, ou que estão comprometidos com atividades produtivas que têm na ocupação e no uso da terra um de seus fatores de produção.

Em oposição estão as Organizações Não-Governamentais Ambientalistas, membros do Ministério Público e o Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, além de outros diversos grupos de movimentos ambientalistas que entendem ser de grande prejuízo as propostas oferecidas e defendidas pelos ruralistas.

Segundo as alegações dos ruralistas, há falta de áreas agricultáveis no país, o Código Florestal não possui base científica, e é impraticável e prejudicial, sobretudo, aos pequenos produtores e à agricultura familiar.

Em contrapartida, a bancada ambientalista defende que há estudo coordenado pela Universidade de São Paulo – SP comprovando que "a área cultivada no Brasil poderá ser praticamente dobrada se as áreas hoje ocupadas com pecuária de baixa produtividade forem realocadas para o cultivo agrícola".

Além disso, afirmam que o Código Florestal possui base das duas principais instituições científicas do país, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Ponderam os ambientalistas, ainda, que, ao contrário da alegação de prejudicialidade aos pequenos produtores e à agricultura familiar, há estudos e um manifesto assinado pelos principais movimentos sociais e sindicais que demonstram a inexistência dos impactos decorrentes da aplicação do Código Florestal alegados pelos ruralistas, destacando, principalmente, que jamais houve qualquer reivindicação contrária por parte dos pequenos produtores.

Entre outras diversas alegações trazidas pelos ambientalistas e ruralistas, uma coisa não se pode negar: em meio a uma crise de proporções internacionais que se instala, intimamente ligada à preservação ambiental e ao aquecimento global, eventuais e possíveis alterações que possam ser implementadas ao Código Florestal devem ser cabalmente analisadas e sopesadas. Com o objetivo de evitar uma intensificação incalculável dos prejuízos que há décadas vêm sendo impostos ao meio ambiente, que tanto nos foi favorável com seus recursos naturais durante um sem número de séculos.

Não se pode buscar mudanças apenas com base em interesses econômicos. A questão é muito mais sensível e deve ter a participação de todos aqueles que possam e acabarão por serem afetados com alterações substanciais no meio ambiente.

Victor Penitente Trevizan é advogado de Direito Ambiental do Peixoto e Cury Advogados - victor.trevizan@peixotoecury.com.br

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A necessidade de planejamento tributário no cenário atual

Planejamento tributário nada mais é do que o gerenciamento de tributos realizados por especialistas que estruturam as corporações, resultando na saúde financeira.

Por Richard Domingos , www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

No cenário financeiro atual, onde a tecnologia mudou as formas de fazer contabilidade, em conjunto com as frequentes alterações tributárias às quais as empresas devem se adaptar no país faz com que o empresário tenha a obrigação de administrar melhor seus impostos, obtendo maior lucratividade no seu negócio. E, com isso, um trabalho se torna fundamental: o planejamento tributário.

Mas, o que é o planejamento tributário? Nada mais é do que o gerenciamento de tributos realizados por especialistas que estruturam as corporações, resultando na saúde financeira. Sabe-se que em média 33% do faturamento das empresas é para pagamento de impostos. Com a alta tributação no Brasil além de terem de enfrentar empresas que vivem na informalidade, várias empresas quebram com elevadas dívidas fiscais. Assim, é salutar dizer que é legal a elisão fiscal, ou seja, o planejamento tributário.

Os tipos de tributação são apenas três: simples, presumido ou real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará em 2011 pode ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros. Essa necessidade é ainda maior agora em função de novas obrigações acessórias e novas tecnologias, que fazem com que ao errar as empresas possam se desqualificar para a opção tomada. Exemplo recente ocorreu com a EFD-PIS/COFINS, muitas empresas que optaram pelo lucro real não estavam preparadas para essa obrigação e estão tendo que correr para se ajustar.

Outro ponto a ser ressaltado é que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento. Apesar de muitos pensarem que melhor tipo de tributação é o simples, existem até mesmo casos que esse tipo de tributação não é o mais interessante, mesmo que a companhia se encaixe nesse tipo de tributação.

De forma simplificada, num planejamento tributário se faz a análise e aplicação de um conjunto de ações, referentes aos negócios, atos jurídicos ou situações materiais que representam numa carga tributária menor e, portanto, resultado econômico maior, normalmente aplicada por pessoa jurídica, visando reduzir a carga tributária.

Alguns cuidados são fundamentais para que não se confunda elisão fiscal (Planejamento Tributário) com evasão ilícita (sonegação), pois neste último caso o resultado da redução da carga tributária advém da prática de ato ilícito punível na forma da lei.

Na ânsia de realizar um planejamento tributário, muitas vezes o empresário se esquece de preocupações básicas para se manter dentro da lei. Para evitar a evasão ilícita, existe lei que possibilita que a autoridade administrativa desconsidere os atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo, para que não haja.

Outro cuidado do empresário é ter em mente que o planejamento tributário é meio preventivo, pois deve ser realizado antes da ocorrência do fato gerador do tributo. Um exemplo deste tipo de ação é a mudança da empresa de um município ou estado para outro que conceda benefícios fiscais.

Por fim, a valorização dos contadores e advogados das empresas é fundamental para a realização de um planejamento adequado, principalmente por serem eles as pessoas que tem contato mais próximo com a realidade da empresa e com questões judiciais, podendo repassar essas informações para a empresa com maior correção.

Richard Domingos - Diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil

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A orgia dos 1.000 dias mais caros que o Brasil já viveu

Tudo o que não foi feito durante pelo menos oito anos terá que ser feito mal e porcamente por preços aviltantes e revoltantes para nós cidadãos.

Por José Estevão Cocco , www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Faltam 1.000 dias para as obras da Copa 2014 ficarem prontas de acordo com os cronogramas da FIFA, sem considerar a Copa das Confederações.

Serão os 1.000 dias mais caros que o Brasil já presenciou durante todos os tempos. E olha que muitos absurdos já ocorreram neste país.

Mais caro para a Nação e todos os cidadãos pagadores de impostos. Tudo o que não foi feito durante pelo menos oito anos, com planejamento, honestidade de propósitos, disputas políticas irresponsáveis, e outros interesses menos confessáveis, terá que ser feito mal e porcamente por preços aviltantes e revoltantes para nós cidadãos.

Tudo o que as grandes construtoras ajudaram a empurrar para a última hora, os nossos governantes assistiram acuados e desatinados. Infelizmente, como o previsto, não deu tempo. Aliás, trabalharam brilhantemente para não dar tempo. Atividades urgentes custam muito mais caro. Custam preços extorsivos. Desde a compra de materiais e serviços até as jornadas de trabalho diuturnas. Ou dá ou desce.

Anos atrás, coincidentemente quando faltavam exatamente 2014 dias para a Copa no Brasil, fiz uma palestra em importante evento realizado no Anhembi, dividindo a mesa com o então secretário de esportes do estado de São Paulo e o presidente da SPTuris, onde manifestei a preocupação com o atraso do Brasil em relaçãão os preparativos para a realização da Copa de 2014.

Desde essa época, venho acompanhando, atonitamente, as idas e vindas das autoridades, dos fornecedores, dos aproveitadores e, consequentemente, das cidades e estados sedes. Todas as culpas e ineficiências são jogadas em cima das "exigências da FIFA", que nesse episódio é a única das partes a ter tudo claro e explícito, desde a negociação para realização do magno evento no Brasil.

É como assistir a um teatro do absurdo.

Se o governo sentiu que estava sendo pressionado (para não usar termo mais agressivo) pelo mercado, por que não abriu concorrência internacional provocando disputa séria e honesta no mercado. Ao contrário, deixou chegar a tal situação, que precisou criar a famigerada RDC aos 48 minutos do segundo tempo.

Se este espaço permitisse poderíamos nos deter sobre inúmeros outros exemplos.

Um recente exemplo que está para ser atentado sobre os cidadãos paulistanos: o benefício fiscal (dinheiro dos cidadãos dados como fundo perdido) de R$ 420.000.000,00 para preparação de um estádio particular sediar a abertura da Copa.

Diz claramente o presidente do Corinthians que esse valor é para adaptar o estádio de Itaquera para a abertura da Copa. Se não precisar dessa adaptação, o Corinthians faz o seu estádio sozinho, somente com o financiamento do BNDES, também totalmente subsidiado pelos brasileiros pagantes de impostos, diga-se.

É um acinte. O estádio do Morumbi precisava praticamente da metade desse valor para adaptar o estádio para a abertura da Copa.

Qual a razão dos governantes da cidade não terem se empenhado da mesma forma? Explica aqui para este eleitor idiota que votou nesse governante.

E os estádios do Palmeiras e do Pacaembu que seriam alternativas e também custariam muito menos do que isso?

Sob o ponto de vista do marketing, São Paulo não precisa da Copa. Nosso parque hoteleiro está com plena ocupação, nossa imagem internacional é de um estado pujante, tecnologicamente desenvolvido, paga os melhores salários, tem um comércio desenvolvido, uma indústria importante, um setor de serviços respeitado, as maiores e mais qualificadas audiências em mídia, os maiores patrocinadores, a propaganda mais premiada, as melhores estruturas de feiras e exposições entre centenas de outros exemplos. O maior destino internacional dos vôos nacionais e internacionais é São Paulo.

Os outros estados, praticamente não precisam aumentar seus aeroportos, diferentemente de São Paulo. As obras que São Paulo precisa não são para a Copa 2014, são para agora.

E sem compactuar com a orgia dos 1.000 dias.

José Estevão Cocco é Presidente da Abraesporte - Academia Brasileira de Marketing Esportivo

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Google+ não é uma rede social, diz a empresa

"Como o Orkut é a rede social número um do Brasil e tem sido muito bem sucedido, nosso objetivo é estender os novos recursos do Google+ para os usuários do Orkut conforme eles se tornam disponíveis", afirma o Google.

AdNews

Muito se falou na última terça-feira (28) sobre a novidade do Google na área de mídias sociais. Com a promessa feita pela companhia no começo do ano de investir nessa área, esperava-se mesmo que algo grande fosse lançado em breve – mais especificamente, todos esperavam um novo Orkut, um matador de Facebook.

O Google+, porém, não é um substituto à maior rede social do país, de acordo com a empresa: "Como o Orkut é a rede social número um do Brasil e tem sido muito bem sucedido, nosso objetivo é estender os novos recursos do Google+ para os usuários do Orkut conforme eles se tornam disponíveis", afirma o Google no post de lançamento do novo empreendimento.

A companhia sequer considera o Google+ uma rede social – apesar de reunir todos os elementos que fazem do Facebook e do Orkut redes sociais, o diretor de Comunicação do Google no Brasil, Felix Ximenes, concedeu entrevista a Cristina De Luca, do IDGNow!, na qual explica: "Estamos levando um componente social para todos os produtos do Google. O maior cuidado que estamos tomando é evitar que as pessoas comparem com algo que já conhecem. Porque é diferente."

O diferencial aqui, destaca Cristina, é o fato de que a nova revolução do Google não chega a ser considerada totalmente um site, mas sim um agregador de conteúdo. Vai reunir todo o interesse dos usuários em um único lugar: é o Google Profiles melhorado. Prova disso é a afirmação de Ximenes de que "o botão +1 é a ponta do iceberg desta estratégia".

"É, sem dúvida, o Google usando tudo o que aprendeu com as desastrosas tentativas anteriores de ingressas nas redes sociais para turbinar seu principal negócio: a propaganda associada às buscas", opina a colunista, que acrescenta a isso o fato de ter recebido um e-mail da companhia destinado a clientes do AdWords na qual o Google comunica que os resultados de pesquisas e anúncios incluirão o botão 1+ - que ajudará a espalhar o conteúdo.

"Pense no botão '+1' como uma forma de as pessoas recomendarem seu produto ou serviço a todos os amigos e contatos", diz o Google. "Ao ajudar as pessoas a visualizar anúncios mais relevantes e recomendados de uma forma mais pessoal, acreditamos que você receberá um tráfego mais qualificado."



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Atletas podem utilizar redes socias nas Olimpíadas de 2012, mas com restrições

Os esportistas não devem aproveitar os meios para fins comerciais e são proibidos de utilizar palavras vulgares.

Adnews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Os atletas poderão utilizar as redes sociais nas Olimpíadas de 2012, em Londres. O Comitê Olímpico liberou o uso, mas colocou restrições.

Os esportistas não devem aproveitar os meios para fins comerciais e são proibidos de utilizar palavras vulgares. Além disso, não podem dar informações exclusivas.

Está liberado disponibilização de imagens em mídias sociais somente. Nos Jogos de Pequim, em 2008, a atividade foi proibida.

Com informações do Mashable



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Pão de Açúcar propõe fusão ao Carrefour

A companhia gerada pelo negócio teria vendas combinadas ultrapassando a casa dos 30 bilhões de euros.

Adnews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

O grupo Pão de Açúcar fez uma proposta ao Carrefour para fundir seus ativos aos da empresa francesa. O negócio foi encabeçado pela Gama, empresa controlada pelo banco BTG Pontual e capitalizada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A eventual fusão daria ainda mais poder ao Pão de Açúcar e reforçaria a posição da empresa de Abílio Diniz como líder varejista no país, onde já controla as redes Ponto Frio e Casas Bahia – duas operações que, apesar de terem sido feitas há alguns anos, ainda não foram aprovadas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A companhia gerada pelo negócio teria vendas combinadas ultrapassando a casa dos € 30 bilhões (US$ 43 bilhões).

Entrave
Foi o lado de Diniz que deu o primeiro passo em direção à fusão, mas a atitude já recebeu combate interno. Isso porque o grupo Pão de Açúcar tem como parceiro o francês Casino, que bate de frente com o Carrefour. O Casino divide igualmente com Diniz o controle da holding Wilkes, dona de 66% dos direitos de voto do Pão de Açúcar. Por isso, a negociação não seria possível sem o aval da empresa.

Caso a fusão se concretize, a Gama tomaria posicionamento importante dentro do Carrefour, com 11.7% em participação, além da possibilidade de comprar ações representativas em até 6% do capital da empresa.

As informações são da agência Reuters



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Empreendedor: Formalização traz novas perspectivas

Pessoas que se cadastram como Empreendedor Individual contemplam no aumento da renda possibilidade de investir benefícios do Bolsa Família na educação dos filhos.

Por Mariana Flores, Agência Sebrae de Notícias

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Brasília - Entre os mais de 1,2 milhão de empreendedores individuais formalizados no país, cerca de 70 mil integram o cadastro de beneficiários do programa Bolsa Família, segundo estimativa do governo federal e do Sebrae. Apesar de ainda não conseguirem abandonar o benefício, o aumento da renda com a formalização abre perspectiva para investimentos como a formação educacional dos filhos.

Costureira há mais de 30 anos, a moradora de Santa Maria (DF) Conceição Machado, de 45 anos, se formalizou apenas há alguns dias, mas já deixa o dinheiro do benefício livre para a educação dos filhos, segundo conta. A empreendedora recebe por mês R$ 160 do governo federal.

"Quem tem filhos possui muitas despesas. Mas pelo menos antes eu tinha que usar o dinheiro do Bolsa Família para os gastos da casa e para comprar comida. Agora vou poder utilizar mais com meus filhos, para comprar cadernos e material escolar", informa. Abrir mão do benefício ainda é impossível, segundo ela, uma vez que não consegue manter uma regularidade nas vendas e na renda mensal.

No início de junho, Conceição decidiu virar empreendedora individual para ter a possibilidade de emitir nota fiscal e, assim, prestar serviço para grandes empresas da capital federal. Uma concessionária de veículos grande da cidade já é sua cliente e utiliza os uniformes confeccionados por ela. Sua expectativa é de que a demanda continue crescendo de forma que consiga manter uma frequência nas vendas. "Já perdi clientes porque não podia emitir nota fiscal. Acho que agora vão aumentar a procura e a minha renda. Antes eu ganhava muito pouco."

Concedido pelo governo federal, o Bolsa Família prevê o pagamento de até R$ 242 para famílias com renda per capita máxima de R$ 140 por mês. O benefício no valor de R$ 130 recebido por Iran Monteiro Cunha tem ajudado o empreendedor individual de 43 anos a manter a casa onde mora com a mulher e dois filhos, em Samambaia (DF).

Iran também possui uma confecção e planeja vender para pessoas jurídicas. "Fiz minha formalização para poder prestar serviço para empresas, que sempre pedem nota fiscal. Já forneço para lojas. A demanda começa a crescer e vai aumentar ainda mais. Assim vou poder usar o dinheiro do Bolsa Família na criação dos meus filhos", planeja.

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Banco Central alerta para nova tentativa de golpe na internet

Banco reitera que não envia e-mails diretamente a correntistas e outros usuários do sistema financeiro.

Por Kelly Oliveira, Agência Brasil

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

O Banco Central (BC) divulgou (28/06) nota para alertar sobre nova tentativa de golpe pela internet. Mensagem enviada para e-mails com a logomarca do BC convida os clientes de várias instituições financeiras a se cadastrarem no fictício programa Mais Segurança do Banco Central.

"Diante de mais essa tentativa de fraude, o BC orienta os usuários da internet para, em hipótese alguma, preencherem cadastro, copiarem arquivos ou executarem tarefas sugeridas por mensagens dessa natureza".

No comunicado, o banco reitera que não envia e-mails diretamente a correntistas e outros usuários do sistema financeiro, "exceto quando responde a demandas específicas solicitadas por clientes de instituições financeiras".

Para tirar dúvidas, o BC tem disponível a central de atendimento pelo telefone 0800 979 2345 ou pelo sitewww.bcb.gov.br, seção de atendimento ao cidadão (Fale Conosco).

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Dilma quer internet sem fio de graça para usuário de aeroportos brasileiros até julho

O plano deve ser finalizado até o começo da próxima semana e está sendo elaborado com a participação da Secretaria de Aviação Civil e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Agência Brasil

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff quer que os aeroportos brasileiros ofereçam o serviço de internet sem fio, gratuitamente, até o final de julho. O serviço será implantado primeiro nos grandes aeroportos. A informação é da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman.

"A presidenta Dilma quer internet gratuita nos aeroportos. Se não der no início [do mês], queremos pelo menos que pegue o final de julho", disse a ministra ontem (27) em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto.

O governo está elaborando um plano a ser implementado nos aeroportos também no mês de julho, período em que a movimentação aumenta nos terminais em função das férias escolares. A intenção é evitar problemas como grandes atrasos nos voos e overbooking (venda de passagens acima da capacidade dos voos). "Temos que ter bom gerenciamento da nossa malha aérea. A presidenta Dilma quer receber relatórios com análise circunstanciada dos voos com grandes atrasos", disse a ministra.

O plano deve ser finalizado até o começo da próxima semana e está sendo elaborado com a participação da Secretaria de Aviação Civil e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Gleisi destacou a responsabilidade da Infraero em garantir o bom atendimento aos passageiros. "A Infraero tem que ser responsável pela população que utiliza os aeroportos". A ministra disse que o governo quer também analisar as condições de tomadas para computadores, escadas rolantes e banheiros.

Nesta tarde (28), a presidenta Dilma Rousseff reúne-se com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencout, para discutir o plano.

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Twitter cria página para ajudar jornalistas

A página contém quatro tópicos com dicas que prometem facilitar a vida de quem trabalha com informação.

Adnews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

O Twitter inaugurou nesta segunda-feira, 27, o Twitter for Newsrooms (#TfN), um guia para ajudar jornalistas a usarem a plataforma de maneira mais eficiente. A página contém quatro tópicos com dicas que prometem facilitar a vida de quem trabalha com informação (conheça).

"Queremos tornar nossas ferramentas mais fáceis de se usar para que você possa se focas no seu trabalho: encontrar fontes, verificar fatos, publicar histórias, promover seu trabalho e a si mesmo – e fazer isso mais rápido", afirma a empresa. "Achamos que o Twitter e o #TfN podem ser um tipo de terreno comum – e nós sabemos que o Twitter é uma ferramenta que todos os jornalistas podem usar para encontrar fontes mais rapidamente, contar melhor as histórias e aumentar consideravelmente a audiência para seu trabalho."

O conteúdo foi dividido em Report, Engage, Publish e Extra. O primeiro contém dicas e estratégias para encontrar fontes e fazer pesquisas, além de falar do uso móvel do microblog. O segundo traz um glossário, alguns exemplos de tweets que chamam mais atenção e dicas para divulgar uma marca na rede.

Em Publish, informações acerca da quantidade de conteúdo postado no site e links para o guia oficial sobre os tweets, nomes de usuários e hashtags; para a área que explica como colocar gadgets do Twitter em outros sites; e para baixar os logos oficiais do microblog. O Extra possui alguns adicionais, como os perfis oficiais, os blogs oficiais e os traduzidos.



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BID vai dobrar recursos para empresas que priorizem as classes C, D e E

"Cerca de 360 milhões de pessoas na região, ou 70% da população, são insuficientemente atendidas e pagam muito caro por serviços como saúde, educação e moradia", disse o colombiano Luis Alberto Moreno, presidente do BID.

Agência Brasil

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

São Paulo - O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vai dobrar o volume de recursos para investimento em empresas que ofereçam soluções para melhorar as condições de vida das classes C, D e E na América Latina e no Caribe. O anúncio foi feito na manhã de ontem (27) durante o 1º Fórum para o Desenvolvimento da Base da Pirâmide, que termina amanhã na capital paulista.

"Cerca de 360 milhões de pessoas na região, ou 70% da população, são insuficientemente atendidas e pagam muito caro por serviços como saúde, educação e moradia", disse o colombiano Luis Alberto Moreno, presidente do BID.

Os investimentos serão feitos por meio da iniciativa Oportunidades para a Maioria (OMJ, na sigla em inglês), criada há três anos. Desde 2008, a OMJ já investiu US$ 160 milhões no apoio de 24 projetos voltados às pessoas que integram a base da pirâmide social na América Latina e no Caribe, em setores como educação, saúde e moradia. O objetivo é que, até 2015, mais de 2,2 milhões de pessoas na região sejam beneficiadas com esses projetos.

"Essas populações tem sido negligenciadas, sobretudo do ponto de vista do setor privado organizado. São elas que pagam uma multa de pobreza: por serem pobres, acabam pagando mais por produtos e serviços em função da logística e do volume dos produtos. O que estamos querendo é nos associar com empresas privadas que querem pensar em novos modelos de negócios que possam, finalmente, servir a esse segmento da sociedade", afirmou Luiz Ros, gerente da OMJ.

Segundo ele, o financiamento não se baseia em filantropia. "Isso é negócio. É fazer com que o setor privado preste atenção nas oportunidades que tem de construir relações de longo prazo, que melhore a qualidade de vida das populações de baixa renda e, ao mesmo tempo, ofereça grandes oportunidades de crescimento e inovação do setor privado", disse Ros.

Os investimentos, segundo o BID, devem chegar a US$ 100 milhões por ano. Mas não há limite. "À medida que existam projetos que se caracterizem para servir a esses setores de baixa renda, teríamos recursos para financiar essas operações, independentemente do montante", disse Ros.

O financiamento é feito diretamente com o BID, sem intermediários. Segundo Ros, as taxas oferecidas serão compatíveis com as de mercado, mas os prazos poderão ser maiores. "Os prazos que oferecemos são mais dilatados e, muitas vezes, maiores do que as empresas podem encontrar no mercado local", disse ele, acrescentando que o volume máximo que será aportado em cada operação é US$ 10 milhões.

O primeiro projeto brasileiro desse tipo foi aprovado no ano passado. O distribuidor atacadista Tenda recebeu um empréstimo de US$ 10 milhões do BID para ampliar o programa de crédito a microempresários de baixa renda no setor de serviços alimentícios de São Paulo, como pipoqueiros, vendedores de cachorro-quente e confeiteiros, entre outros. "Eles [Tenda] montaram um programa de assistência técnica para ajudar a esse dogueiro [vendedor de cachorro-quente] ou dono de pizzaria a não só comprar os ingredientes na Tenda, mas também a se capacitar, aprender a fazer um orçamento", exemplificou Ros.

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10 dicas para conseguir um aumento salarial

Grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe ou reduzir o ritmo de trabalho.

Por Marcos Morita

Os recentes episódios, envolvendo soldados do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro, trazem à tona a questão dos reajustes salariais e da desigualdade social, ainda dominante no país. De um lado, homens que arriscam suas vidas lutando por um soldo digno, o qual possibilite a sobrevivência de sua família. Por outro, deputados, senadores e agora prefeitos e assessores, os quais, com a faca e o queijo na mão, duplicam ou triplicam seus vencimentos, compram carros importados e criam projetos para inflar seus já gordos contracheques.

Entre os extremos da pirâmide, estão milhões de brasileiros que atuam na iniciativa privada, seja em micro, pequenas, médias ou grandes corporações, os quais convivem com a lei da oferta e da demanda, ajustando seus vencimentos de acordo com as variações do setor, mercado e economia. A este grupo, listo dez dicas que poderão ajudá-los em sua próxima negociação.

Políticas de recursos humanos: algumas companhias costumam classificar seus funcionários por cargos e faixas salariais, as quais são subdivididas por quartis. Um mesmo cargo pode estar em diferentes faixas e diversos quartis, dependendo da senioridade do profissional. Entender seu posicionamento auxiliará na montagem inicial de sua estratégia.

Bolsa de salários: nem todas as empresas costumam pagar salários aproximados a cargos similares, ainda que tenham portes idênticos ou pertençam ao mesmo segmento. Pesquisas salariais e conversas com colegas do setor poderão ajudá-lo a comparar seu holerite com a concorrência.

Compensação total: avalie os benefícios oferecidos pela empresa além do salário fixo mensal. Coloque na ponta do lápis itens como: subsídios em cursos de línguas ou pós-graduação, bônus em dinheiro ou ações, previdência privada complementar, vales alimentação, reembolso médico e odontológico. Some e calcule sua remuneração anual. Você poderá se surpreender positivamente com o resultado.

Oportunidades de carreira: apesar da pressa da atual geração Y em galgar a pirâmide hierárquica através da troca de empregos, pare e avalie o histórico dos profissionais de sucesso da companhia. Onde estão e como chegaram lá? Com o achatamento das estruturas, promoções laterais para outras áreas, funções, mercados ou geografias podem ser movimentos interessantes.

Situação da companhia: analise o momento pelo qual a empresa está passando. Queda nas vendas, perda de contratos, corte de custos e demissões, costumam não combinar com pedidos de aumento salariais, mesmo que justificados. A resposta negativa será possivelmente amparada por um dos motivos listados.

Fatos e realizações: caso ainda esteja disposto a pedir aumento, faça-o com base em números e ações tangíveis. Aumento de vendas, lançamentos de produtos, criação de processos, abertura de clientes. Mostre como seu desempenho tornou possível a mudança. Comentários de clientes, fornecedores e colegas de trabalho podem também ser utilizados em alguns casos.

Hora certa: em algumas companhias, há momentos dedicados para fazer sua solicitação, tais como avaliações de desempenho. Quando não houver, utilize seu feeling para escolher a hora certa. Avalie o humor de seu chefe, agendando um horário reservado para conversarem. Evite épocas de auditoria, finais de mês ou visitas estratégicas, quando os nervos costumam estar à flor da pele.

Privacidade: mantenha a discrição com relação a seus colegas de trabalho. Envolvê-los poderá gerar conversas paralelas através da rádio peão. Em épocas de web 2.0, evite também enviar emails, participar de grupos ou postar comentários que possam chegar ao conhecimento da empresa ou de seu superior.

Ética: em alguns casos, você poderá ter outra proposta em mãos, o que aumentará consideravelmente seu poder frente a seu superior. Esteja, porém, preparado para uma eventual resposta negativa. Neste caso, não haverá outra opção senão a porta de saída. Deixá-la aberta é obrigação e sinal de inteligência. Lembre-se que o mundo dá voltas.

Opções: avalie alternativas além do salário, cujo aumento poderá não ser possível devido aos critérios já mencionados. Benefícios indiretos podem tornar sua compensação total atraente, assim como novas funções contarem pontos em sua experiência profissional, valorizando seu currículo.

Como conclusão, grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe, reduzir o ritmo de trabalho, realizar piquetes ou incitar colegas a fazer greves.

Acredite no IPMA: informação + planejamento + momento + alternativas, como base do sucesso. Caso deseje algo mais rápido, invista em algum cargo legislativo ou executivo, ocupando-o ou se aliando a alguém que os possui. As regras, porém, serão totalmente diferentes das anteriormente mencionadas, as quais felizmente eu não tenho a receita.

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Aprender é muito mais que compreender

Conheça as 5 etapas de um aprendizado.

Por Victor Hugo Ferreira Jr. , www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Em meus cursos e palestras, costumo iniciar com um slide que mostra as 5 etapas de um aprendizado. Faço isto para que meus alunos tenham logo de início consciência de que neste momento estarão apenas iniciando seu aprendizado e que se não passarem pelo menos à etapa 3, terão perdido seu tempo.

Da mesma maneira, você que está lendo este artigo não terá aproveitado bem seu tempo se não fizer o mesmo. Terá desperdiçado minutos valiosos em algo que talvez tenha trazido meramente algum entretenimento. Pois para você não perder mais seu precioso tempo em treinamentos ou leituras que não se transformarão em aprendizado, sugiro que aprenda ao menos como chegar até a etapa 3.

Vamos direto a elas. As cinco fases do aprendizado são: compreender, reter, praticar, disseminar, criar.

Compreender
Muita gente acredita que ao compreender algo significa que aprendeu. Pois quantos cursos você já fez dos quais não se lembra de nada ou quase nada? Quantas aulas já teve, quanto já lhe ensinaram e você esqueceu? E muitas vezes esquece logo após receber a explicação?

E os diplomas de cursos que você coloca no seu currículo, pós-graduação, MBA, faculdade, etc? Significam que você possui todo aquele conhecimento? Muito provavelmente, não.

Mas você tinha entendido tudo, não tinha? Ou quase tudo? E o que aconteceu? Você acredita que aprendeu?

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Pois veja só, entender é importante, mas com certeza não o suficiente. Sem entender, com certeza não aprenderá. Porém, mesmo tendo compreendido, saiba que ainda falta um caminho a percorrer para que você possa considerar que aprendeu. Para algumas pessoas, após a fase 2 já se pode considerar que sim. Para mim, a etapa 3 é que realmente começa a valer.

Reter
A segunda etapa de um processo de aprendizado é a retenção da informação.

Ao conseguir guardar na memória uma informação ou ensinamento que você recebeu, começa a adquirir algo que lhe pode ser útil.

Muitas pessoas consideram que a retenção da informação já caracteriza aprendizado, afinal o conhecimento foi adquirido. Minha posição é que o conhecimento adquirido, porém não utilizado, não tem muita utilidade. É claro que a retenção da informação é muito valiosa, pois transforma aquele ensinamento em um recurso que pode vir a ser utilizado no futuro.

A intenção aqui é reforçar que conhecimento guardado não tem grande valor. Conhecimento compreendido e retido começa a ter real valor quando leva à etapa 3 (ou mesmo à 4, mas neste caso as duas se confundem).

Praticar
A terceira etapa do aprendizado é colocar em prática aquilo que você compreendeu e conseguiu reter.

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Conhecimento não utilizado não tem grande valor. Apenas quando leva a uma ação, o conhecimento começa a gerar algum resultado prático, algo que efetivamente traga riqueza, melhorias, evolução no sentido mais geral.

Colocar em prática não é tão simples como pode parecer, pois envolve algo muito complexo na natureza humana, mudança de hábitos.

O ser humano é uma "máquina de repetição". Quando aprendemos a fazer algo, normalmente continuamos a fazer da mesma forma até o fim de nossas vidas. Apenas mudamos algum hábito quando algo relevante nos força a isso, pois mudar hábitos significa "sair da zona de conforto", demandando esforço e disciplina.
Para superar a barreira de mudar hábitos e colocar um conhecimento em prática, duas "forças" são importantes, motivação e cobrança.

Motivação significa compreender os benefícios, o real valor deste conhecimento. Em outras palavras, uma pessoa empreenderá a energia necessária para colocar o conhecimento em prática se compreender "o que eu ganho com isso?".

Porém, muitas vezes compreender o valor não é suficiente para justificar o esforço. Isto ocorre por dois motivos principais:
- Por que o benefício maior é de outra pessoa ou entidade: pode ocorrer que o maior beneficiado por aquela mudança seja a empresa ou o gestor, por exemplo, em vez de a pessoa que precisa realizar o esforço da mudança.
- Por auto sabotagem: o ser humano não é tão racional como gostamos de imaginar. Todos nós fazemos muitas coisas que são prejudiciais a nós mesmos. Às vezes por não sabermos, mas na maioria das vezes, mesmo tendo plena consciência. Quanta gente fuma, mesmo sabendo que o fumo é prejudicial à própria saúde? Quantas dicas você já não recebeu e concordou, porém na hora de aplicá-las você esquece? Ou lembra, mas mesmo assim age como sempre agiu?

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Quando a motivação (força interna) não é suficiente para levar à mudança do hábito, uma força externa é o que pode levar a isso. Uma "cobrança", uma determinação de um superior hierárquico, da empresa, pai, mãe, marido, esposa, amigo, etc.

Praticar um ensinamento positivo adquirido trará benefícios reais. Sugiro que tenha sempre isto como foco e coloque em prática as coisas boas que lhe ensinarem.

Ao colocar um ensinamento em prática, você já pode se considerar um vencedor. Mas o aprendizado tem ainda mais duas etapas que podem ser consideradas como um refinamento deste processo. Vamos a elas.

Disseminar
Utilizar o que aprendeu para ensinar outras pessoas é um belo avanço neste processo. Você já se beneficiou deste ensinamento ao chegar à etapa 3 e agora pode ajudar outras pessoas a alcançar os mesmos benefícios, transmitindo adiante este conhecimento.

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Sim, disseminar o conhecimento tem um lado altruísta, o que para a maioria das pessoas já seria motivo suficiente para alcançar esta etapa. Para aqueles que sentem prazer em ajudar outras pessoas, esta fase trará uma recompensa interessante em termos de realização pessoal.

Porém, não são apenas os outros que se beneficiam desta fase. Ao ensinar, você estará fixando ainda mais o que aprendeu e pode aprender ainda mais sobre o assunto. Posso garantir que ao lecionar ou ministrar cursos e palestras, aprendi muito. Tenho certeza que a maioria de meus colegas confirmará esta tese.

Criar
O topo do aprendizado acontece quando você começa a gerar novos conhecimentos a partir daqueles que adquiriu. Neste momento você passa a "alçar voo". Torna-se mais autônomo, mais realizado.

Também traz uma espécie de "realização em cadeia". Fico muito feliz quando percebo que algum consultor de nossa empresa passa a criar em cima de ensinamentos que foram transmitidos por mim. Vejo com frequência trabalhos de alta qualidade em nossos clientes que contam com ferramentas e modelos aprimorados a partir dos meus originais. É uma ótima sensação.

Desta forma espero ter estimulado você a percorrer estas 5 fases com mais frequência. Ou seja, que tenha compreendido bem este artigo, que procure não se esquecer (que tal imprimir as 5 fases e deixar à vista?) e especialmente que coloque em prática.

Lembre-se também de transmitir para outras pessoas e se puder aprimorar este modelo, sinta-se à vontade.

Bom aprendizado!

Victor Hugo Ferreira Jr. - é consultor de empresas, professor e palestrante. É sócio da Actavox, consultoria empresarial especializada em geração de demanda: gestão comercial, marketing e estratégia.
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